sábado, 24 de abril de 2010

Ei amor!


Uma razão incontrolada, uma emoção dilatada pelo poder que tens o amor.
Ah o amor, coisa que me toca, que me possue, me alegras, encanta-me sua essência.
Poupe-me das discórdias, da falta do querer, quero-te comigo, quero-te pra mim.
Amor, ah o amor faça de mim teu refúgio, faça de mim teu seguidor, não me abale,
não me aflija, diga-me quem és, conte-me como ser teu companheiro. Atire-me de um abismo,
e segura-me com tuas mãos e braços, me laçe me domine, me controle, me tenhas a ti.
Amor, me roube desse mundo, desse caos, desse absurdo. Leve-me ao teu paraíso,
seja-me teu chão que hei de pisar, seja-me teu mar que hei de naufragar, teu céu que hei de voar.
Seja pra mim, um porto seguro onde confiarei-te meu mundo, minha vida e deixarei de lado aquele bobo orgulho, seja o universo, as estrelas, meu mundo.
Faça de mim o que quisér, me leve pra onde for, trate-me com carinho e não terás a dor.
Ah o amor, coisa rara de se ver, coisa bela de se viver, coisa estranha e sem sentido.
Ah o amor, tentador, dominante, enlouquecedor.
Ei Amor, tenhás-me hoje, amanhã, e depois, e depois, e depois e depois.
(Larissa Lais)

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